segunda-feira, 11 de outubro de 2021

IRMÃ ADÉLIA PODE SER A PRIMEIRA SANTA PERNAMBUCANA.

Em 85 anos, desde a primeira aparição de Nossa Senhora, em 6 de agosto de 1936, esta é a primeira vez que a Igreja Católica faz uma declaração oficial sobre os fenômenos de natureza espiritual ocorridos em Cimbres, no município de Pesqueira-PE, como também sobre as mensagens reveladas à Maria da Conceição e à Maria da Luz. Esta última ficou conhecida mais tarde, como irmã Adélia (1922-2013.

O pronunciamento oficial será feito pelo bispo diocesano de Pesqueira, Dom José Luiz Salles, e pelo bispo-auxiliar da Arquidiocese de Olinda e Recife, Dom Limacêdo Antônio. Eles falarão durante coletiva de imprensa que será realizada nesta quarta-feira (13/10), às 10:30, no Memorial Irmã Adélia, localizado no Colégio Damas, no bairro das Graças, Zona Norte do Recife.

Em seguida, às 11 horas, os dois bispos celebrarão uma missa em intenção pelos oitos de falecimento de Irmã Adélia, que se dedicou à vida consagrada como Religiosa da Instrução Cristã. Em 2019. a Diocese de Pesqueira e o Instituto das Religiosas da Instrução Cristã iniciaram o processo de beatificação e canonização. Dessa forma, ela poderá ser a primeira santa pernambucana. Há vários relatos de possíveis milagres praticados por irmã Adélia. Eles só podem vir a público quando o pedido for aprovado no Vaticano.

QUEM FOI IRMÃ ADÉLIA
Maria da Luz Teixeira de Carvalho nasceu em Pesqueira Pernambuco, no dia 16 de dezembro de 1922, e ficou conhecida ao presenciar as aparições de Nossa Senhora, no Sítio Guarda, em Cimbres, distrito de Pesqueira.

Ela recebeu o nome de Irmã Adélia ao entrar para o Instituto das Religiosas da Instrução Cristã (RIC) e virou freira. Ela faleceu no dia 13 de outubro de 2013, aos 90 anos de idade.

quinta-feira, 7 de outubro de 2021

QUINTA-FEIRA 07 DE OUTUBRO

LITURGIA DO DIA
27ª Semana do Tempo Comum - Ano "B"
Cor Litúrgica: BRANCA

1ª Leitura: ATOS DOS APÓSTOLOS 1,12-14 

SALMO (Lucas, 1,46-55).

EVANGELHO

- O Senhor esteja Convosco
Ele está no meio de nós
- Proclamação do Evangelho segundo LUCAS (1, 26-38)
Glória a Vós Senhor
26
No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, 27a uma virgem desposada com um varão chamado José, da casa de Davi; e o nome da virgem era Maria, 28Entrando onde ela estava, disse-lhe: “Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!” 29Ela ficou intrigada com essa palavra, e pôs-se a pensar qual seria o significado da saudação. 30O Anjo, porém, acrescentou: “Não temas, Maria! Encontraste graça junto de Deus. 31Eis que conceberás no teu seio e darás à luz um filho, e tu o chamarás com o nome de Jesus, 32Ele será grande, será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai; 33Ele reinará na casa de Jacó para sempre, e o seu reinado não terá fim”. 34Maria, porém, disse ao Anjo: “Como é que vai ser isso, se eu não conheço homem algum?”. 35O anjo lhe respondeu: “O espírito Santo virá sobre ti e o poder no Altíssimo vai te cobrir com a sua sobra; por isso o Santo que nascer será chamado Filho de Deus, 36Também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na velhice, e este é o sexto mês para aquela que chamavam de estéril. 37Para Deus, com efeito, nada é impossível.” 38Disse, então, Maria: “Eu sou a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra!” E o Anjo a deixou.

QUINTA-FEIRA 07 DE OUTUBRO

Santo do dia
NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO.

A devoção a Nossa Senhor do Rosário tem mais de setecentos anos. Ela foi revelada primeiramente a São Domingos de Gusmão, fundador da ordem dos Dominicanos, no Século XIII. Ele foi o grande apóstolo do Rosário, como ficou conhecido. Conta-se que ele recebeu o Santo Rosário das mãos de Nossa Senhora e do Menino Jesus. Através dessa devoção incontáveis graças foram alcançadas por fiéis em todo o mundo. Vamos conhecer os símbolos da imagem. 

O véu branco 
O véu branco de Nossa Senhora do Rosário simboliza a pureza de coração da Virgem Maria. O branco é o símbolo da pureza, da intenção pura, da abertura de coração, virtudes muito presentes na vida de Nossa Senhora. 

A túnica vermelha 
A túnica vermelha de Nossa Senhora do Rosário simboliza os mistérios dolorosos que fazem parte da oração do Rosário. Rezando o Rosário, meditamos nos vários sofrimentos pelos quais Jesus, o Filho de Maria, passou. A túnica vermelha nos lembra que não há vitória sem sofrimento, não há ressurreição sem cruz.  

O manto azul. 
O manto azul de Nossa Senhora do Rosário simboliza o céu, por causa da cor azul. O rosário é uma oração que nos leva para o céu, segundo palavras de Nossa Senhora. 

A túnica rosa do Menino Jesus 
A túnica rosa do Menino Jesus simboliza a alegria dos mistérios gozosos. Esses mistério do Santo Rosário exprimem a alegria da chegada do Salvador a este mundo e alegria da salvação que Ele nos trouxe.

As nuvens. 
As nuvens simbolizam os Mistérios Gloriosos, nos quais contemplamos a glória final de Jesus, desde a sua ressurreição até sua Ascenção ao céu, como também a Assunção de Maria (que foi elevada ao céu pelo poder de Deus) e a Coroação de Maria como Rainha do céu e da terra por Jesus.

Os terços nas mais do Menino Jesus e de Maria. 
Os terços nas mãos do Menino Jesus e de Nossa Senhora simbolizam que o Santo Rosário é um presente que veio do céu e que nos leva para o céu. Uma oração simples, profunda e contemplativa, que acalma nosso coração e alimenta nossa fé. Além disso, a oração do santo Rosário é "Cristocêntrica", isto é, tem Jesus Cristo no centro. Todos os mistérios contemplados dizem respeito a Jesus e, em todos eles, Ele tem participação.

quarta-feira, 6 de outubro de 2021

QUARTA-FEIRA 06 DE OUTUBRO

LITURGIA DO DIA
27ª Semana do Tempo Comum - Ano "B"
Cor Liturgica: VERDE 

1ª Leitura: JONAS 3,1-10

SALMO 86 - O Senhor é compassivo

EVANGELHO
- O Senhor esteja Convosco
Ele está no meio de nós
- Proclamação do Evangelho segundo LUCAS (11,1-4)
Glória a Vós Senhor

1
Estando num certo lugar, orando, ao terminar, um de seus discípulos pediu-lhe: “Senhor, ensina-nos a orar, como João ensinou a seus discípulos”. 2Respondeu-lhes: “Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o teu Nome; venha o teu Reino; 3o pão nosso cotidiano dá-nos a cada dia; 4perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos aos nossos devedores; e não nos deixeis cair em tentação”.

QUARTA-FEIRA 06 DE OUTUBRO

Santo do dia:
SÃO BRUNO
SÃO BRUNO foi um nobre alemão e sacerdote famoso. Porém, ao se deparar com uma realidade sobrenatural, desistiu da fama e fundou um das Ordens Monásticas mais austeras da Igreja. 
A este santo se deve a fundação de uma das ordens religiosas mais importantes e mais humildes que prestam austeridade e reconhecimento a Deus. A ordem de Cartuxa da Torre (A ordem dos Cartusianos). 

Bruno nasceu na cidade de Colônia, Alemanha, no ano 1030. Nasceu em berço nobre. Ainda muito jovem foi enviado para fazer seus estudos em Reims e Paris, na França.  Destacou-se nos estudos por causa de sua inteligência brilhante. Tornou-se especialista em humanidades, línguas, direito e outras matérias. E, em meio ao mundo universitário, sentiu-se chamado para o sacerdócio. 

Quando terminou os estudos, o jovem Bruno voltou para a sua terra natal na Alemanha. Confirmando sua vocação, entrou para o Colegiado de São Cuniberto, onde foi ordenado padre. 

Alguns anos mais tarde, o Padre Bruno voltou à cidade de Reims para dar aulas de teologia. Passou algum tempo em Reims e depois foi lecionar teologia em Paris. Estando na França, foi certa vez a uma cidade chamada Sena. Ali, um fato mudaria radicalmente o rumo de sua vida. Padre Bruno foi celebrar as exéquias, ou seja, foi fazer a encomendação de um defunto. Quando foram enterrar o morto, padre Bruno ouviu a voz do cadáver por três vezes, sendo que, no final, o morto disse: "Por justo juízo de Deus fui condenado". Presenciar este fato e ouvir estas palavras mexeram profundamente com a vida do padre Bruno. Depois disso ele abandonou totalmente o luxo que os padres tinham na época e entregou sua vida a Deus, com o desejo de viver na contemplação, na caridade para com o próximo, na oração, no silêncio e nos exercícios espirituais. 

Os amigos do Padre Bruno, vendo a radicalidade de sua conversão, sentiram-se também chamados a viverem mais radicalmente o Evangelho. Então eles se reuniram, repartiram tudo o que tinham com os pobres e ingressaram na Abadia Beneditina de Solesmes. Ali viveram a vida monástica por algum tempo seguindo a regra de São Bento. 

O Padre Bruno, porém, sentia necessidade de uma vida mais austera. A experiência que tivera rezando por aquele defunto o fez enxergar que tudo nesta vida é passageiro e que devemos fazer todo esforço possível para alcançarmos a verdadeira vida na presença de Deus. Por isso, ele e mais 6 companheiros retiraram-se para uma região rochosa no alto de uma serra chamada Cartuxa. Esses montes ficavam no centro de um deserto que fazia parte da Diocese de Grenoble, também na França. 

Na noite anterior à chegada do Padre Bruno e seus companheiros, o bispo de Grenoble teve um sonho: ele viu sete estrelas descerem do céu sobre aquela região desértica. Foi no ano de 1084. Neste ano, São Bruno e seus companheiros assumiram aquele lugar como um presente de Deus. Ali, ergueram barracos bem simples feitos de madeira e uma capelinha dedicada a Nossa Senhora. Quando terminaram de construir a capelinha e de dedicá-la à Virgem Maria, jorrou da terra um jato de água que se transformou numa fonte fornecedora de água e vida para aqueles monges solitários. 

Depois de alguns anos vivendo no deserto, vários discípulos juntaram-se a São Bruno e seus companheiros. Eles também buscavam uma vida austera, de oração e contemplação. Padre Bruno sentia-se feliz na vida que levava. Porém, o Papa Urbano II, que conhecia o Padre Bruno e sabia de suas qualidades, pois tinha sido seu professor na cidade de Reims, chamou-o para ser seu colaborador em Roma. Padre Bruno aceitou por obediência, vendo nisso um chamado de Deus. 

Alguns discípulos seguiram o Padre Bruno. Em Roma, ele foi nomeado pelo Papa como Arcebispo de Reggio. Em seu coração, porém, a vontade era de voltar à vida na Cartuxa e ao  silencio. Depois de alguns anos, tendo prestado grandes serviços à Igreja no tocante à instrução dos clérigos e à assessoria direta ao Papa, obteve licença do Papa para voltar à solidão monástica, ao silêncio e à contemplação. 

São Bruno faleceu no dia 6 de outubro do ano 1101. Multidões foram se despedir dele e pedir sua intercessão, tendo a certeza de que ele já estava na glória de Deus. E muitas graças aconteceram. Após sua morte, ele se tornou o padroeiro da cidade de Colônia, na Alemanha.