quinta-feira, 7 de outubro de 2021

QUINTA-FEIRA 07 DE OUTUBRO

Santo do dia
NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO.

A devoção a Nossa Senhor do Rosário tem mais de setecentos anos. Ela foi revelada primeiramente a São Domingos de Gusmão, fundador da ordem dos Dominicanos, no Século XIII. Ele foi o grande apóstolo do Rosário, como ficou conhecido. Conta-se que ele recebeu o Santo Rosário das mãos de Nossa Senhora e do Menino Jesus. Através dessa devoção incontáveis graças foram alcançadas por fiéis em todo o mundo. Vamos conhecer os símbolos da imagem. 

O véu branco 
O véu branco de Nossa Senhora do Rosário simboliza a pureza de coração da Virgem Maria. O branco é o símbolo da pureza, da intenção pura, da abertura de coração, virtudes muito presentes na vida de Nossa Senhora. 

A túnica vermelha 
A túnica vermelha de Nossa Senhora do Rosário simboliza os mistérios dolorosos que fazem parte da oração do Rosário. Rezando o Rosário, meditamos nos vários sofrimentos pelos quais Jesus, o Filho de Maria, passou. A túnica vermelha nos lembra que não há vitória sem sofrimento, não há ressurreição sem cruz.  

O manto azul. 
O manto azul de Nossa Senhora do Rosário simboliza o céu, por causa da cor azul. O rosário é uma oração que nos leva para o céu, segundo palavras de Nossa Senhora. 

A túnica rosa do Menino Jesus 
A túnica rosa do Menino Jesus simboliza a alegria dos mistérios gozosos. Esses mistério do Santo Rosário exprimem a alegria da chegada do Salvador a este mundo e alegria da salvação que Ele nos trouxe.

As nuvens. 
As nuvens simbolizam os Mistérios Gloriosos, nos quais contemplamos a glória final de Jesus, desde a sua ressurreição até sua Ascenção ao céu, como também a Assunção de Maria (que foi elevada ao céu pelo poder de Deus) e a Coroação de Maria como Rainha do céu e da terra por Jesus.

Os terços nas mais do Menino Jesus e de Maria. 
Os terços nas mãos do Menino Jesus e de Nossa Senhora simbolizam que o Santo Rosário é um presente que veio do céu e que nos leva para o céu. Uma oração simples, profunda e contemplativa, que acalma nosso coração e alimenta nossa fé. Além disso, a oração do santo Rosário é "Cristocêntrica", isto é, tem Jesus Cristo no centro. Todos os mistérios contemplados dizem respeito a Jesus e, em todos eles, Ele tem participação.

quarta-feira, 6 de outubro de 2021

QUARTA-FEIRA 06 DE OUTUBRO

LITURGIA DO DIA
27ª Semana do Tempo Comum - Ano "B"
Cor Liturgica: VERDE 

1ª Leitura: JONAS 3,1-10

SALMO 86 - O Senhor é compassivo

EVANGELHO
- O Senhor esteja Convosco
Ele está no meio de nós
- Proclamação do Evangelho segundo LUCAS (11,1-4)
Glória a Vós Senhor

1
Estando num certo lugar, orando, ao terminar, um de seus discípulos pediu-lhe: “Senhor, ensina-nos a orar, como João ensinou a seus discípulos”. 2Respondeu-lhes: “Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o teu Nome; venha o teu Reino; 3o pão nosso cotidiano dá-nos a cada dia; 4perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos aos nossos devedores; e não nos deixeis cair em tentação”.

QUARTA-FEIRA 06 DE OUTUBRO

Santo do dia:
SÃO BRUNO
SÃO BRUNO foi um nobre alemão e sacerdote famoso. Porém, ao se deparar com uma realidade sobrenatural, desistiu da fama e fundou um das Ordens Monásticas mais austeras da Igreja. 
A este santo se deve a fundação de uma das ordens religiosas mais importantes e mais humildes que prestam austeridade e reconhecimento a Deus. A ordem de Cartuxa da Torre (A ordem dos Cartusianos). 

Bruno nasceu na cidade de Colônia, Alemanha, no ano 1030. Nasceu em berço nobre. Ainda muito jovem foi enviado para fazer seus estudos em Reims e Paris, na França.  Destacou-se nos estudos por causa de sua inteligência brilhante. Tornou-se especialista em humanidades, línguas, direito e outras matérias. E, em meio ao mundo universitário, sentiu-se chamado para o sacerdócio. 

Quando terminou os estudos, o jovem Bruno voltou para a sua terra natal na Alemanha. Confirmando sua vocação, entrou para o Colegiado de São Cuniberto, onde foi ordenado padre. 

Alguns anos mais tarde, o Padre Bruno voltou à cidade de Reims para dar aulas de teologia. Passou algum tempo em Reims e depois foi lecionar teologia em Paris. Estando na França, foi certa vez a uma cidade chamada Sena. Ali, um fato mudaria radicalmente o rumo de sua vida. Padre Bruno foi celebrar as exéquias, ou seja, foi fazer a encomendação de um defunto. Quando foram enterrar o morto, padre Bruno ouviu a voz do cadáver por três vezes, sendo que, no final, o morto disse: "Por justo juízo de Deus fui condenado". Presenciar este fato e ouvir estas palavras mexeram profundamente com a vida do padre Bruno. Depois disso ele abandonou totalmente o luxo que os padres tinham na época e entregou sua vida a Deus, com o desejo de viver na contemplação, na caridade para com o próximo, na oração, no silêncio e nos exercícios espirituais. 

Os amigos do Padre Bruno, vendo a radicalidade de sua conversão, sentiram-se também chamados a viverem mais radicalmente o Evangelho. Então eles se reuniram, repartiram tudo o que tinham com os pobres e ingressaram na Abadia Beneditina de Solesmes. Ali viveram a vida monástica por algum tempo seguindo a regra de São Bento. 

O Padre Bruno, porém, sentia necessidade de uma vida mais austera. A experiência que tivera rezando por aquele defunto o fez enxergar que tudo nesta vida é passageiro e que devemos fazer todo esforço possível para alcançarmos a verdadeira vida na presença de Deus. Por isso, ele e mais 6 companheiros retiraram-se para uma região rochosa no alto de uma serra chamada Cartuxa. Esses montes ficavam no centro de um deserto que fazia parte da Diocese de Grenoble, também na França. 

Na noite anterior à chegada do Padre Bruno e seus companheiros, o bispo de Grenoble teve um sonho: ele viu sete estrelas descerem do céu sobre aquela região desértica. Foi no ano de 1084. Neste ano, São Bruno e seus companheiros assumiram aquele lugar como um presente de Deus. Ali, ergueram barracos bem simples feitos de madeira e uma capelinha dedicada a Nossa Senhora. Quando terminaram de construir a capelinha e de dedicá-la à Virgem Maria, jorrou da terra um jato de água que se transformou numa fonte fornecedora de água e vida para aqueles monges solitários. 

Depois de alguns anos vivendo no deserto, vários discípulos juntaram-se a São Bruno e seus companheiros. Eles também buscavam uma vida austera, de oração e contemplação. Padre Bruno sentia-se feliz na vida que levava. Porém, o Papa Urbano II, que conhecia o Padre Bruno e sabia de suas qualidades, pois tinha sido seu professor na cidade de Reims, chamou-o para ser seu colaborador em Roma. Padre Bruno aceitou por obediência, vendo nisso um chamado de Deus. 

Alguns discípulos seguiram o Padre Bruno. Em Roma, ele foi nomeado pelo Papa como Arcebispo de Reggio. Em seu coração, porém, a vontade era de voltar à vida na Cartuxa e ao  silencio. Depois de alguns anos, tendo prestado grandes serviços à Igreja no tocante à instrução dos clérigos e à assessoria direta ao Papa, obteve licença do Papa para voltar à solidão monástica, ao silêncio e à contemplação. 

São Bruno faleceu no dia 6 de outubro do ano 1101. Multidões foram se despedir dele e pedir sua intercessão, tendo a certeza de que ele já estava na glória de Deus. E muitas graças aconteceram. Após sua morte, ele se tornou o padroeiro da cidade de Colônia, na Alemanha.

quinta-feira, 17 de junho de 2021

NOTA DE PESAR

NOTA DE
PESAR
O movimento dos FILHOS DO PAI ETERNO de Ibirajuba, manifesta o mais profundo pesar pelo falecimento de Nossa Irmã LUZINETE, ocorrido nesta quarta-feira (16/06/2021).

Neste momento de dor, nos unirmos em oração com os familiares e amigos e expressamos as mais sinceras condolências pela perda.

Atenciosamente

A DIREÇÃO

quarta-feira, 2 de junho de 2021

QUARTA- FEIRA 02 DE JUNHO.

SANTO DO DIA

SANTOS MARCELINO E PEDRO 

Esta página da história da Igreja foi-nos confirmada pelo próprio papa Dâmaso, que na época era um adolescente e testemunhou os acontecimentos. Foi assim que tudo passou. Na Roma dos tempos terríveis e sangrentos do imperador Diocleciano, Padre Marcelino era um dos sacerdotes mais respeitados entre o clero romano. Por meio dele e de Pedro, outro sacerdote, exorcista, muitas conversões ocorreram na capital do império. Como os dois se tornaram conhecidos por todos daquela comunidade, inclusive pelos pagãos, não demorou a serem denunciados como cristãos. Isso porque os mais visados eram os líderes da nova religião e os que se destacavam como exemplo entre a população. Intimados, Marcelino e Pedro foram presos para julgamento. No Cárcere, conheceram Artêmio, o diretor da prisão. 

Alguns dias depois notaram que Artêmio andava triste. Conversaram com ele e o miliciano contou que sua filha Paulinha estava à beira da morte, atacada por convulsões e contorções espantosas, motivadas por um mal misterioso eu os médicos não descobriam a causa. Para os dois, aquilo indicava uma possessão demoníaca. Falaram sobre o cristianismo, Deus e o demônio e sobre a libertação dos males pela fé em Jesus Cristo. Mas Artêmio não lhes deu crédito. Até que naquela noite presenciou um milagre que mudou seu destino. 

Segundo consta, um anjo libertou Pedro das correntes e ferros e o conduziu à casa de Artêmio. O miliciano, perplexo, apresentou à sua esposa, Cândida. Pedro, então, disse ao casal que a cura da filha Paulinha dependeria de suas sinceras conversões. Começou a pregar a Palavra de Cristo e pouco depois os dois se converteram. Paulinha se curou e se converteu também. 

Dias depois, Artêmio libertou Marcelino e Pedro, provocando a ira de seus superiores. Os dois foram recapturados e condenados à decapitação. Entrementes, Artêmio, Cândida e Paulinha foram escondidos pelos cristãos, mas eles passaram a evangelizar publicamente, conseguindo muitas conversões. Assim como, logo foram localizados e imediatamente executados. Artêmio morreu decapitado, enquanto Cândida e Paulinha foram colocadas vivas dentro de uma vala que foi sendo coberta por pedras até morrerem sufocadas. 

Quanto aos santos, o prefeito de Roma ordenou que fossem também decapitados, porém fora da cidade, para que não houvesse comoção popular. Foram levados para um bosque isolado onde lhes cortaram as cabeças. Era o dia 2 de junho de 304. 

Os seus corpos ficaram escondidos numa gruta límpida por muito tempo. Depois foram encontrados por uma rica e pia senhora, de nome Lucila, que desejavam dar uma digna e cristã sepultura aos santos de sua devoção. O culto dedicado a eles se espalhou no mundo católico até que o imperador Constantino mandou construir sobre essas sepulturas uma igreja. Outros séculos se passaram e, em 1751, no lugar da igreja foi erguida a belíssima basílica de São Marcelino e São Pedro, para conservar a memória dos dois santos mártires, a qual existe até hoje.